sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O grande e fantástico: nada.
Nada. Esse vazio... Mas não é um tipo de vazio triste, quer dizer, não exatamente. É a falta de algo, tão complexo de ser explicado: não existe a palavra. Aquilo que você quer e não tem, e nem ao menos pedir pode, porque não existem as palavras certas. Bizarro, eu sei. Mas parece que minha felicidade depende desses mínimos detalhes bizarros. E infelizmente, tudo que eu sinto se torna nada, porque o pequeno se transforma em grande e engole tudo. Incrível. Queria descomplicar, mas, mas e mas. Sempre paro no mas. Porque não há respostas e eu simplesmente tenho que aceitar isso. Ou não. Ou nada.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Culpa?
E não, não me sinto nem um pouco culpada por você ter sofrido na minha mão. Porque eu também sofri na sua. Foram dois lados do mesmo jogo, mas sem perdedores ou ganhadores, você sabe.
Mas acontece que eu mudei devagar, porque "a direção é mais importante que a velocidade."
E não tenho pressa se o caminho forem círculos, contanto que dê em algo que nunca tenha sido notado antes por mim.
Você morreu pra mim, querido. Sem coração, sem lembranças, só o vazio. Obrigada por sumir e por me mostrar o quanto posso ser feliz sem você.
Mas acontece que eu mudei devagar, porque "a direção é mais importante que a velocidade."
E não tenho pressa se o caminho forem círculos, contanto que dê em algo que nunca tenha sido notado antes por mim.
Você morreu pra mim, querido. Sem coração, sem lembranças, só o vazio. Obrigada por sumir e por me mostrar o quanto posso ser feliz sem você.
sábado, 26 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Love
Sentir. Coração acelerado. Voz falhada. Pernas tremendo. Eu sinto que perdi o controle. E o controle vem e vai, como pássaro. Como pessoas, como amores. Mas não você. É diferente. Inexplicável? Errado. Certo. Nada. Tudo. O suficiente para me dopar, me fazer perder os sentidos. Não sei onde você vem, para onde você vai. Me leve contigo. A busca por algo inalcançável acabou. Você. "Tudo que eu realmente preciso". Eu queria te guardar dentro de mim por mais uns 10 minutinhos. Insaciável. Nada é o bastante. Acabou? Não. Eu te amo é muito pouco, desculpa. Brigas internas. "Não quero falar sobre isso". Gritar. Te amar. Loucamente. Infinitamente.
(Repeat)
(Repeat)
sábado, 19 de setembro de 2009
Pensar, agir
Eu não sei por que insisto em perder tanto tempo com besteiras ou ciclos (que se repetem, repetem e permanecem no mesmo lugar: inalteráveis). Devia prestar mais atenção no que faço, pensar menos? Talvez. Das vezes que eu agi sem pensar, eu paguei preços altos demais por isso. Foram erros irremediáveis. Vale a pena estragar tudo de novo? Não. Até porque é muito trabalho, muito esforço pra destruir. É como construir castelos de areia perto da maré. Sendo que eu luto contra a minha própria impulsividade, ou contra meu próprio destino. Não sei bem o que fazer em relação a tudo - muito menos como lhe dar com isso. É se contradizer demais. Eu sempre achei ótimo isso tudo, e agora vejo que não passa de (mais um) grande defeito. Palmas para mim, que (como sempre,) ando percebendo tudo tarde demais.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Nostalgia
Se lembra de tudo que se foi? Sumindo em uma ventania, eu queria apenas lembrar por que o momento se congelou. Tantas palavras, repetidas e repetidas, hoje são pó. Pó que não faz a menor diferença. Eu queria dizer que você foi importante, mas estou dizendo agora (tarde, porém pelo menos dizendo). Eu aceito o fim, (meio tarde para se dizer, não?) mas antes de um próximo passo, eu precisei ficar parada. Precisei travar meus pensamentos, minhas palavras, minha vida. Eu imbernei em sonhos, mentiras e pensamentos. Nunca soube se estava fazendo a coisa certa.
Eu te adoro demais, e estou feliz em saber que está feliz.
Mas a minha estrada, ainda tem muita terra para ser andada, e o meu livro muitas páginas para serem escritas. Nossos caminhos se cruzaram uma vez, e se vai acontecer de novo? Não sei, prefiro acreditar que não e seguir sem olhar para trás. Os meus erros me fizeram andar mais do que meus acertos, e se tivesse seguido outro caminho a história podia ser diferente, mas prefiro acreditar que foi o melhor, o melhor para todos. Eu sou um ser inconstante, cheio de altos e baixos e a rotina que você queria me proporcionar era incompatível. Não somos nosso ideal. Tenho sede por dormir, e acordar sem saber o que será do amanhã. Tenho saudades das coisas que não vi. Nosso tempo não foi em vão, mas hoje eu vejo: foi só uma brisa, que despenteou os meus cabelos, (agora já arrumados,) e que não vai voltar.
Eu te adoro demais, e estou feliz em saber que está feliz.
Mas a minha estrada, ainda tem muita terra para ser andada, e o meu livro muitas páginas para serem escritas. Nossos caminhos se cruzaram uma vez, e se vai acontecer de novo? Não sei, prefiro acreditar que não e seguir sem olhar para trás. Os meus erros me fizeram andar mais do que meus acertos, e se tivesse seguido outro caminho a história podia ser diferente, mas prefiro acreditar que foi o melhor, o melhor para todos. Eu sou um ser inconstante, cheio de altos e baixos e a rotina que você queria me proporcionar era incompatível. Não somos nosso ideal. Tenho sede por dormir, e acordar sem saber o que será do amanhã. Tenho saudades das coisas que não vi. Nosso tempo não foi em vão, mas hoje eu vejo: foi só uma brisa, que despenteou os meus cabelos, (agora já arrumados,) e que não vai voltar.
domingo, 26 de julho de 2009
Repeat
Eu escrevo para me manter viva, acesa. Escrevo por café e cigarros, e por músicas antigas que não param de tocar, no meu rádio, no computador e na minha mente. Escrevo, além de pelo ato, simplesmente por ser melhor do que vegetar, estremecer no silêncio, e engolir palavras sem ter a consciência do real poder delas.
Cansei de amor, e clichês. Cansei de dizer "cansei" toda vez, e de recomeçar sempre do zero, porque não consigo terminar nada que começo.
E não, não escrevo por você, nem por ninguém.
Cansei de amor, e clichês. Cansei de dizer "cansei" toda vez, e de recomeçar sempre do zero, porque não consigo terminar nada que começo.
E não, não escrevo por você, nem por ninguém.
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